GPT-5.6 Sol, Terra e Luna: escolha pela tarefa
Os nomes Sol, Terra e Luna são mantidos em todos os idiomas. Entenda como testar os modelos da família GPT-5.6 sem confundir produto, esforço e custo.

Sol, Terra e Luna são nomes de modelos da família GPT-5.6. Eles não devem virar “Sun” e “Earth” nas traduções do site. Preservar o nome importa porque a escolha precisa corresponder ao identificador que aparece na documentação e no produto usado pela equipa.
A documentação apresenta Sol para trabalho profissional complexo, Terra como equilíbrio entre capacidade e custo e Luna para cargas sensíveis a custo e de maior volume. Essas descrições orientam uma seleção inicial. Não substituem um teste no trabalho que precisa ser entregue.
Modelo, esforço e ferramenta não são a mesma escolha
O modelo define uma parte das capacidades. O esforço de raciocínio, quando configurável, muda como uma solicitação é processada. A ferramenta disponibiliza contexto e ações, como consultar ficheiros ou executar testes. Duas pessoas podem usar o mesmo modelo e obter experiências diferentes por causa dessas outras escolhas.
Registre a combinação avaliada. Inclua o nome exato, o produto ou API, a configuração utilizada e a tarefa. Não transforme uma experiência em um aplicação em promessa sobre todos os ambientes. Planos, limites e integrações devem ser conferidos onde o trabalho será realizado.

Comece pelo caso recorrente, não pela demonstração mais difícil
Se a equipa classifica mensagens ou extrai campos de documentos, defina exemplos normais e exceções conhecidas. Verifique se a saída respeita o formato e se o tratamento de informação ausente é adequado. Um modelo mais económico pode ser suficiente, mas essa conclusão depende da taxa de resultados aceitos observada no conjunto de teste.
Se o trabalho envolve investigar uma falha pouco documentada, o critério é diferente. O agente precisa sustentar hipóteses, localizar evidências e explicar a mudança. A economia por solicitação pode ser pequena perto do tempo gasto em uma investigação que segue uma pista errada. Escolha a unidade de trabalho que representa esse caso.
Aumente a capacidade quando houver um motivo identificável
Como exemplo hipotético, uma tarefa de extração falha porque o documento não informa a data pedida. Trocar de modelo não cria a informação. O comportamento correto pode ser retornar um campo vazio com a explicação prevista no contrato. Antes de aumentar o gasto, classifique o motivo da falha: ausência de dados, instrução ambígua, limitação da ferramenta ou dificuldade de raciocínio.
Quando a dificuldade for real, experimente outra configuração com os mesmos critérios. Registre o que melhorou e o que permaneceu incorreto. Evite encaminhar toda tarefa ao modelo mais caro por padrão ou insistir no mais barato quando ele exige repetidas correções. O fluxo deve refletir a evidência disponível.
Mantenha o roteamento simples o suficiente para operar
Uma equipa pequena pode começar com um modelo padrão e uma alternativa para tarefas difíceis. Muitas regras de roteamento criadas antes de medir os casos adicionam complexidade sem benefício demonstrado. Revise a escolha quando mudar o tipo de trabalho, o custo observado ou a disponibilidade no serviço contratado.
O guia de custos por tarefa mostra como incluir tentativas e revisão na conta. O artigo sobre adoção do Codex trata da ferramenta de trabalho e de sua integração ao projeto. Separe essas decisões para conseguir identificar o que realmente melhorou quando uma configuração funciona.
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Tiago F SantiagoComentários
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